
Eleições 2018 tem Brasil mais pobre indo às urnas
Com o avanço e da agenda regressiva do presidente ilegítimo Michel Temer, que computa taxas recordes de desemprego, salários cada vez mais desvalorizados e o avanço brutal da pobreza, o Brasil que vai às urnas nestas eleições está ainda mais pobre e com muito mais desempregados. É o saldo do golpe de 2016 e anos seguidos de crise econômica. "Entre 2014 e 2017 a miséria subiu 33%; são 6,3 milhões de novos pobres no Brasil, indica o FGV.
Dados divulgados pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que 11,2% da população brasileira, ou seja, 23,3 milhões de pessoas, vivem abaixo da linha de pobreza (sobrevivendo com menos de 232 reais por mês). Esse número é maior que toda a população do Chile (17,8 milhões de habitantes).
Do final de 2014 até junho deste ano, o Índice de Gini subiu a uma velocidade 50% maior do que vinha caindo na época de queda da desigualdade brasileira, iniciada em 2001. São quase quatro anos consecutivos de aumento da concentração da renda. Isso não acontecia desde a derrocada do Plano Cruzado (1986 a 1989), período que registrou o recorde de desigualdade nas séries brasileiras.
Jornal da CTB
Agências da Caixa abrirão mais cedo para atender cotistas do PIS
As agências da Caixa abrirão duas horas mais cedo nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28) para pessoas com menos de 60 anos, cotistas do PIS, que ainda não resgataram seu benefício. O prazo para o saque termina esta semana. De acordo com a Caixa, exceto nas regiões em que esse horário não for a melhor condição de atendimento aos clientes, o critério será definido pela superintendência local.
As pessoas que ainda não fizeram o saque podem consultar a página do banco na internet (www.caixa.gov.br/cotaspis) para saber quanto tem para receber. Caso o dinheiro já tenha sido creditado em conta, o site também informará qual a conta e o banco em que foi creditado o PIS.
Segundo a Caixa, a partir de 1º de outubro, "os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios previstos: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.Até a última segunda-feira (24), foram pagos R$ 9.6 bilhões aos trabalhadores cadastrados no Fundo PIS/PASEP entre 1971 e 4 de outubro de 1988".
Mais de 4 milhões de pessoas com menos de 60 anos, que possuem o benefício, ainda não resgataram sua cota do PIS, contabilizando R$ 5,7 bilhões disponíveis para o saque até esta sexta-feira.
Fonte: Agência Brasil
9 em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental
Nove em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental. É o que aponta o levantamento da Page Personnel, consultoria global de recrutamento para cargos de nível técnico e suporte à gestão.
O estudo leva em conta as respostas de 1.400 executivos de recursos humanos de janeiro até agosto, de empresas dos setores de varejo, vendas, TI, propriedade e construção, marketing, finanças, engenharia e RH.
De acordo com Renato Trindade, gerente da Page Personnel, há muitos profissionais qualificados tecnicamente, com um currículo repleto de bons cursos e atividades complementares, mas tanto repertório não é suficiente para conquistar uma boa vaga.
"O profissional precisa ter uma forte inteligência emocional e buscar novas habilidades, como trabalhar em equipe, respeito ao próximo, inspirar e desenvolver pessoas. Muitos executivos acabam sendo atropelados pelo próprio ego e pagando um preço alto, muitas vezes acarretando em demissão”, explica.
Renato Trindade elenca 5 alertas que os profissionais devem considerar quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental:
Curva de aprendizado em declínio (alerta: baixo desenvolvimento)
Quando foi a última vez que você adquiriu uma nova habilidade? Ou que enfrentou um desafio real? Se você não tem se sentido estimulado ultimamente, talvez seja melhor começar a pensar em um novo rumo para a carreira. Aprender com o trabalho é extremamente importante.
Chances de promoção fora do radar (alerta: estagnação)
Permanecer estagnado na mesma posição por muito tempo pode afetar a satisfação e até a performance no emprego. Quando não há chance de promoção, as pessoas tendem a ficar desmotivadas. Quando isso acontece, o trabalho se torna uma obrigação. Trabalho é sempre trabalho, mas é possível e importante gostar daquilo que se faz. Caso isso não seja uma opção, é outro sinal para sair de onde está.
Dificuldades para ser autêntico (alerta: adaptação inviável)
Você evita falar o que pensa no trabalho? O ambiente é tão engessado que você não consegue nem ter uma conversa relaxada com seus companheiros de equipe? Suas ideias sempre são imediatamente descartadas? Então, provavelmente, você já começou a se autossabotar. Quando paramos de ser autênticos, os problemas vão começar a surgir.
Quando não há liberdade para expressar minimamente as verdades, é muito difícil que haja uma boa combinação até mesmo com a cultura da companhia. No longo prazo, as chances de a companhia buscar alguém com perfil mais bem adaptado à realidade imposta é muito grande. Falta de autenticidade prejudica inclusive o potencial de liderança.
Problemas de saúde com frequência (alerta: estresse e somatização)
Em casos mais sérios, o estresse ocasionado pelo trabalho pode ser o gatilho para vários tipos de complicações de saúde. Desde problemas de pressão até ataques de pânico e ansiedade, afetando de forma realmente negativa o cotidiano. O estresse pode ser considerado como elemento comum de qualquer rotina, até mesmo quando chega a níveis mais alarmantes.
Porém, quando ataques de pânico e ansiedade se tornam comuns, infelizmente é sinal de que não há outra alternativa. Não cabe julgamento, mas vale pensar em mudança. Saúde é prioridade. E outro detalhe: sem saúde mental e física, não existe alta produtividade. Quando as pressões externas refletem no corpo, ocorre o processo de somatização, um vilão para a vitalidade.
Dificuldades para se desligar dos problemas (alerta: riscos à reputação)
Falar apenas sobre o trabalho pode ser um sinal de problema. O equilíbrio entre vida profissional e pessoal está cada vez mais em foco no mundo corporativo, e com um bom motivo. Se você não consegue tirar sua cabeça do local de trabalho, é provável que ele esteja demandando muito de você. Todos falam sobre a carreira com amigos e família, mas há sempre outros tópicos de conversa.
Além disso, uma pessoa que não está conseguindo se livrar dos problemas pode estar queimando a reputação perante colegas e gestores. Um profissional de alto nível pode se tornar aos olhos mais próximos alguém com baixa capacidade de lidar com crises. A reputação é um valor intangível, porém, crucial numa troca de trabalho. Não existe networking sem boa dose de reputação.
Fonte: G1
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