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A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta terça-feira (16) informe em que classifica todo o estado de São Paulo como área de risco para a febre amarela. Segundo a entidade, a decisão foi tomada a partir do crescimento do nível de atividade do vírus da doença no território paulista desde o fim de 2017.
Com isso, a OMS recomenda que toda pessoa que pretenda viajar para qualquer ponto do estado, partindo de dentro do Brasil ou de outros países, tome a vacina contra a febre amarela com dez dias de antecedência.
A entidade informa ainda que a avaliação é um processo permanente e que pode vir a indicar novas áreas de risco no país.
De acordo com a OMS, desde dezembro de 2016 foram registradas ocorrências de febre amarela em macacos em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal, com 788 casos em humanos, dos quais 265 resultaram na morte do doente.
A Febre Amarela infelizmente ainda é uma doença que causa preocupações principalmente nos meses de janeiro a abril, período das chuvas onde ocorre maior incidência da doença. Nessa época, há um aumento da quantidade do mosquito transmissor e maior atividade agrícola, que leva ao deslocamento de um número maior de pessoas às áreas com risco de transmissão. Existem dois tipos diferentes de Febre Amarela: a urbana e a silvestre.
A principal diferença é que nas cidades, o transmissor da doença é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue. Nas matas, a Febre Amarela ocorre em macacos e os principais transmissores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que picam preferencialmente esses primatas. Esses mosquitos vivem também nas vegetações à beira dos rios. Primeiro picam o macaco doente e depois, o homem.
É importante ressaltar que a Febre Amarela silvestre só ocorre em humanos ocasionalmente. São os macacos os principais hospedeiros, os mosquitos transmissores só picam homens que invadem o habitat dos macacos.
Quais os principais sintomas da Febre Amarela?
Dependendo da gravidade, a pessoa pode sentir febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo e icterícia onde a pele e olhos ficam amarelados.
Como evitar a Febre Amarela?
A única forma de evitar a Febre Amarela é a vacinação.
A vacina é gratuita e deve estar disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano.
É válida por 10 anos.
Devem ser aplicadas 10 dias antes da viagem para áreas de risco de transmissão da doença.
Recomenda-se que o viajante sempre que possível use calças e camisetas de manga comprida e repelentes contra mosquitos.
A Febre Amarela tem cura?
A Febre Amarela não é fatal para todas as pessoas que a adquirem.
Não existe tratamento antiviral específico e o tratamento visa controlar as complicações da doença que atacam rins e fígado.
Importante
O Ministério da Saúde adverte que sejam vacinadas pessoas que residam ou forem viajar para os seguintes locais: todos os estados das regiões Norte e Centro-Oeste, Minas Gerais, Maranhão, sul do Piauí, oeste e sul da Bahia, norte do Espírito Santo, noroeste de São Paulo, oeste de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Fonte: Agência Brasil
O Ministério do Trabalho informou hoje (15) que 22,9 milhões de pessoas sacaram o abono salarial ano-base 2015. O número equivale a 94,36% do total de trabalhadores com direito ao benefício no país. O prazo para retirar o dinheiro foi encerrado no dia 28 de dezembro, após prorrogação do período.
Ainda de acordo com a pasta, cada trabalhador recebeu entre R$ 79 a R$ 937, dependendo do tempo trabalhado formalmente em 2015. No total, foram pagos mais de R$ 16 bilhões para beneficiários de todo o Brasil.
O Nordeste foi a região com a maior taxa de cobertura. O percentual de trabalhadores com direito ao abono salarial que sacaram o beneficio chegou a 97,13%. No Piauí, a cobertura chegou a 99,42%, a melhor do país. Já a região com menor desempenho foi o Centro-Oeste, onde 92,2% do total de beneficiários sacaram o dinheiro. O Distrito Federal teve o menor percentual: 86,62%.
Os recursos que não foram sacados até 28 de dezembro voltaram para o Fundo de Amparo ao Trabalhador, mantido com contribuição das empresas, e seus recursos são destinados para pagamentos de abono salarial e seguro-desemprego.
Fonte: Agência Brasil
Neste ano, o Tesouro Nacional não cobrirá um buraco de R$ 18,3 bilhões no caixa do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). O FAT é responsável pelo pagamento de benefícios sociais como seguro-desemprego e abono salarial.
A previsão era que o FAT receberia a quantia do Tesouro a título de compensação financeira pelas perdas de receitas com a chamada DRU (Desvinculação das Receitas da União). Esse dispositivo permite que o governo retire dinheiro de uma fonte para encaminhar a outra.
Com a mudança das regras na DRU neste ano, o governo poderá reter até 30% da arrecadação do PIS/Pasep, que é a principal fonte de recursos do fundo –responde por pouco mais da metade das receitas.
A perda dessa receita vinha sendo compensada pelo Tesouro desde 2007. No ano passado, o FAT sofreu ainda com a queda de arrecadação por causa do aumento do desemprego. Houve a reforma trabalhista, que acabou com a obrigatoriedade da contribuição sindical, o que também vai afetar a arrecadação.
A expectativa do Ministério do Planejamento é que a compensação seja feita pelo BNDES. Será a primeira vez que o banco participará desse tipo de operação.
O futuro das receitas do fundo foi objeto de discussão em reunião do Codefat (Conselho Deliberativo do FAT) em outubro passado.
A ata do encontro registrou divergências entre a área jurídica do Ministério do Trabalho e o BNDES em relação à forma como os recursos poderiam ser devolvidos pelo banco de fomento. O caso foi levado à Câmara de Conciliação da AGU (Advocacia-Geral da União).
Num sinal da dificuldade fiscal do governo, conselheiros cogitaram buscar recursos de contribuições sindicais que estariam retidos na Caixa.
Pela Constituição de 1988, até 40% dos recursos do fundo podem ser colocados à disposição do BNDES para que o banco empreste a terceiros –é o chamado FAT constitucional. Nos últimos anos, porém, o FAT constitucional foi a segunda fonte de receita, atrás do Tesouro.
Todo ano, o BNDES paga os juros da dívida com o FAT. Mas a lei prevê que o fundo pode pedir ao BNDES a devolução de parte do estoque de dívida em caso de necessidade –como agora.
PLANEJAMENTO
Na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que projeta as contas do ano, o FAT teria R$ 16,4 bilhões de receita própria em 2018. No entanto, na LOA (Lei de Orçamento Anual), aprovada pelo Congresso em dezembro, a previsão de receitas próprias do fundo veio maior: R$ 34,7 bilhões.
Segundo o coordenador de recursos do fundo, André Rezende, o Ministério do Planejamento elevou a previsão, sem informar a origem da receita adicional. O Planejamento confirmou à Folha que a mudança decorre da expectativa de que o BNDES devolva recursos ao fundo.
O banco, porém, tem dito que teria R$ 130 bilhões para devolver para a União neste ano, referente a repasses que recebeu do Tesouro. Esse seria o valor máximo. Nesse montante, no entanto, não está previsto esse adicional de R$ 18,3 bilhões para o FAT.
Fonte: Folha de SP

Enquanto os meios de comunicação e o governo federal comemoram a inflação baixa registrada pelo IPCA, os combustíveis seguem aumentando todo mês.
Os preços da gasolina e do diesel - comercializados nas refinarias – subiram hoje (12) 1,4% e 0,7% respectivamente, de acordo com informação da Petrobras.
O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustíveis. A gasolina subiu 25% de julho para cá, sendo que a mais cara do país é a do Acre: R$ 4,80 por litro, em média.
Depois vêm o Rio e Goiás. A gasolina mais barata é no Maranhão. O preço médio cobrado no Brasil é R$ 4,15 por litro. Mas, no Rio de Janeiro, em vários postos, o preço da gasolina comum já passou dos R$ 5 o litro.
De 3 de julho a 28 de dezembro, a gasolina teve 115 reajustes. Um dos fatores que contribuíram foi a elevação dos impostos: a alíquota de PIS e Cofins mais que dobrou.
Fonte: Portal CTB com informações do G1
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